Archive for the ‘defesa da fé católica’ Category
Meu Bento XVI
Dom Henrique Soares da Costa, Bispo Auxliar de Aracajú
Nunca escondi meu profundo amor por Joseph Ratzinger. É antigo: desde 1981. Em novembro daquele ano, seminarista em férias, li um texto seu. Lá havia uma frase do então Cardeal Arcebispo de Munique: “Ninguém é maduro de verdade até que tenha enfrentado sua própria solidão!” Meus olhos marejaram (como marejam agora, neste momento). Pensei: quem afirma isto só pode ser um homem de verdade, só pode ser alguém que tem uma profunda experiência de Cristo! Eis aqui um homem de Igreja que continuou homem, com um coração, com sensibilidade, com retidão!
AS SEQÜELAS PSÍQUICAS DO ABORTO
Por Prof. Dr. Paulo Faitanin
Fonte: www.aquinate.net
1. Questão: a ignorância acerca do que se deve saber, mas não se sabe, cultiva a maldade nos corações dos homens; ela é muitas vezes manifesta em discursos; a verdade se torna inaudível aos ouvidos dos que também desconhece o que deveriam conhecer; nada nos parece mais importante saber senão que a vida é o maior bem que alguém possui; tudo o que atenta contra esta verdade deve ser veementemente combatido, inclusive com informações que despertem para a consciência desta verdade; o tema do aborto tão presente nos meios de comunicação apresenta muitas dimensões de análise: jurídica, médica, política, teológica, filosófica e moral; parece-nos que a moral é a base de todas, porque a partir desta perspectiva todas as demais são propostas; contudo, esta dimensão tem sido especialmente esquecida nos debates; de fato, a dimensão médica, da visão equivocada do aborto como questão de saúde pública, tem sido bastante explorada; não se nega aqui que haja este debate, mas critica-se não considerar sua dimensão moral; pretende-se aqui analisar alguns efeitos pós-aborto que incidem diretamente sobre a questão médica, da saúde; já que as autoridades competentes alegam tratar-se o aborto como uma questão de saúde pública, que saibam, pois, alguns dos efeitos para a saúde psíquica das mulheres – por eles não ‘lembrados’ – decorrentes da prática do aborto; além das conseqüências psicológicas, as físicas causam especial tormento nas mulheres que são acometidas por tal prática; sobre estas conseqüências vejam o resumo das principais em: Bettencourt, E. OSB “Os riscos de abortar”, Pergunte & Responderemos, n. 544 (2007), pp. 461-463; além da interrupção da vida do ser humano concebido, a mulher é profundamente atingida em sua dignidade, porque após a promoção do seu ‘direito’ de decidir, acabam muitas vezes, sós e sem acompanhamento devido em suas decisões, mesmo nos paises em que tal prática é legalizada; nesta nota trataremos apenas de algumas seqüelas psíquicas decorrentes do pós-aborto naquelas mulheres em que foram feitos acompanhamentos nos países onde tal prática foi legalizada; três são as nossas fontes: o texto encontrado em http://www.aciprensa.com/aborto/aefectosp.htm em http://www.afterabortion.org e a seguinte obra: Strahan, Th. W. Detrimental Effects of Abortion: an annotated bibliography with commentary. Springfield: Acorn Books an imprint of Elliot Institute, 2001 esp. pp. 24-136.
A FALSA “TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO”
Tradução: Carlos Martins Nabeto
Por Carlos Caso-Rosendi
Fonte: http://voxfidei-apologetica.blogspot.com/
A segunda metade do século XX, sobretudo nas suas últimas três décadas, assistiu a tentativas mais ou menos grosseiras de manipulação da figura de Jesus Cristo para apoiar modelos de vida, de sociedade e de ação política que pouco ou nada têm a ver com o Jesus da História e da Fé. Assim surgiu o Cristo cósmico ou esotérico da Nova Era, o Cristo “hippie” da geração de 1968 e o Cristo revolucionário da ala marxista da Teologia da Libertação.






